quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O desenvolvimento no 1º ano

1 mês de vida

No seu primeiro mês de vida o bebé reconhece a voz e o cheiro da mãe.

• A maioria dos bebés dormem o dia todo, porém alguns trocam o dia pela noite.

• O bebé sente atracção por objectos brilhantes contudo seu maior interesse é pela fisionomia humana.

• Protesta, chora devido à dor ou desconforto.

• Comanda o próprio pescoço, preferindo colocar a cabeça de lado.

2º mês de vida

O bebé adora ouvir a voz materna. Cante e converse com o seu bebé. Ele vai ficar muito feliz!

• Mantém a sua cabeça constantemente para trás. Levanta o queixo por alguns segundos.

• Movimenta as pernas como se estivesse a pedalar.

• Vira a cabeça para escutar algum ruído, acompanha com os olhos algum objecto..

• Vocaliza alguns sons (Ah....Eh....Uh...)

3º mês de vida

Sustentar a cabeça aos três meses é a melhor prova de que o desenvolvimento psicomotor do bebé está perfeito.

• Fixa o olhar determinando preferência.

• Sorri quando é agradado por adultos.

• Adora objectos coloridos e sonoros.

• O bebé demonstra simpatia ou então mostra uma fisionomia séria.

4 meses

Muitos movimentos

• Aprova objectos que brilham e fazem barulho. Estica as mãos para segurá-los;

• continua a colocar tudo na boca;

• fica sentado no carrinho. Assim, coordena melhor seus movimentos.

Adora espelho, argolas, bichos de borracha.

5 meses

O pai aos cinco meses é muito importante para brincar e conversar com o bebé

• Quando está de bruços rola na sua cama.

• Dá gargalhadas. Já percebe mudanças de ambiente. Olha espantado quando é mudado de quarto..

6 meses

Gosta de ficar sentado quando está apoiado.

• Reconhece pessoas da família.

• Começa a manifestar desagrado. Usa as mãos para poder alcança algo, bater e apertar.

7 meses

O Espelho é um grande divertimento. Ele faz uma festa com a sua imagem e reconhece a dos pais

• Senta-se com maior facilidade, sozinho.

• Chora alto. Grita

• Põe os dedos dos pés na boca.

8 meses

Começa a engatinhar e ficar de pé.

• Consegue levantar-se com ajuda de suas duas mãos. não para de brincar.

• Puxa os próprios cabelos, transfere brinquedos de mão. Pratica as consoantes B e P.

9 meses

Todo cuidado é pouco nesta fase em que o bebé já se movimenta e fica em pé apoiado quer chegar a tudo.

• Prefere gatinhar e é capaz de rolar e sentar-se sozinho.

• Aprecia companhias. Já segura o biberão e consegue leva - lo a boca.

10 meses

Começa a balbuciar as primeiras palavras.

• fica de pé no berço. Demonstra desagrado quando privado da companhia de pessoas amigas.

• Já diz papá, mamã, dá.

11 meses

Formação da personalidade mais desenvolvida

• Senta para apanhar uma bola. Dá uns passos, levado pela mão.

• Obedece a algumas ordens.

• Segura o copo para beber.

12 meses

Começa a dar os primeiros passos sozinho

• Fica envergonhado na presença de estranhos.

• Consegue encaixar dois blocos.

• Articula pelo menos quatro palavras.



Do site www.dobebe.com .



Há que dizer que esta tabela é muiiiito generalizada; a Mini, por exemplo, ainda não fez oito meses e já fica de pé há muito, assim como domina as consoantes B, P, T e M. Puxar cabelos também é um hábito regular desde o meio ano :)




segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Projecto Fralda Suja regressa





Pois que este blogue andou um bocadinho para o esquecido mas está de volta.
Sete meses e meio se passaram e a Mini está, está... tudo de bom!
Com quase sete quilos e 65 cm, é linda como tudo e espectacularmente esperta.
E eis que ao fim de trezentas e vinte cuspidelas de papas, sopas e afins, adquiri uma espantosa capacidade de mudar de roupa em menos de quinze segundos e de segurar um bebé, uma colher, um guizo e uma fralda de pano ao mesmo tempo.
Vive-se aquela fase em que a Mini, após descobrir as mãos, resolve usá-las para agredir sua pobre mãe e irmã, rebentando de seguida à gargalhada e fazendo a minha pessoa ir ás lágrimas de riso.
Nunca antes imaginara que acharia amoroso o facto de me arrancarem cabelo e espetarem dedos nos olhos, e há quem diga que um milagre aconteceu, chegando eu a classificar a vida desta que vos escreve em A.M. e D.M.; Antes de Mini, e Depois de Mini.
Roam-se de inveja, sou a gaja mais sortuda do mundo. Filhas como estas só há duas e são minhas :)


Volto mais tarde, se não estiver ocupada a ser agredida pelo ser mais cutchi-cutchi que existe.




Fui


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PROJECTO FRALDA SUJA ATINGE NOVA ETAPA



Ei-la no dia do parto, mostrando desde já uma fotogenia que é algo de espectacular :)

Nasceu com 3,460kg e 48cm e correu tudo bem.

Mãe e pai estão cansados mas babados.

Volto quando tiver tempo para mais pormenores.

Bem, tenho que alimentar a rapariga, mas antes de ir, deixem-me só dizer que estou a ponderar mudar o nome do blogue para "Projecto Fralda MESMO MUITO Suja" ;)


Inté!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CHEGOU A HORA!


E mesmo a chegar ao fim do tempo, estamos em trabalho de parto.
Fui a uma consulta e verificou-se que já estava com uma dilatação bem jeitosa e muitas contracções, mas vim para casa descansar porque as dores eram muito poucas (a Mini-Me mais velha também só me fez doer à séria pouco antes de saltar mesmo para fora. Sou uma afortunada, roam-se de inveja).

Estou agora a começar a sentir as dores de forma menos simpática, mas ainda mantenho o bom humor, por isso vou aproveitar para tentar dormir nesta que poderá ser a última noite sossegada dos próximos tempos.

Volto depois para anunciar como correu.


Iupi!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

39 SEMANAS


E ás 39 semanas estamos assim.
O tempo não passa e eu começo a desesperar... humpft.


Deixo aqui provavelmente o último resumo:

39 Semanas

O bebé
As hormonas ajudam. O bebé continua a preparar-se para fazer a sua entrada no mundo. O seu sistema endócrino multiplica a produção de hormonas tendo em vista o nascimento. O bebé segregará mais hormonas contra a tensão durante o parto do que em qualquer outro momento da sua vida. Uma vez fora do útero, estas hormonas ajudá-lo-ão a manter os sistemas corporais sem a ajuda da placenta. Estas mudanças tão radicais exigem grande quantidade de energia e esforço, mas o bebé estará preparado.

Apanhar ar. Os pulmões do bebé prosseguem o seu desenvolvimento até ao dia do seu nascimento. Por agora, os seus pulmões continuam a trabalhar no fabrico do agente tensioactivo que evitará que os numerosos alvéolos se adiram entre si quando respirar ar pela primeira vez.

Chorar como um bebé. 'Vou gritar pela primeira vez!' Logo que toma a sua primeira quantidade de ar, o bebé chora com uma potência digna de uma diva da ópera. Este som é uma experiência agridoce, pois se ninguém gosta de ouvir um bebé a gritar de medo ou dor, este potente choro significa que respira bem. Não espere ver já lágrimas: os seus sacos lacrimais não as produzirão até dentro de umas semanas. E se o bebé não emite este barulho tão distinto, não fique nervosa: alguns bebés não choram ao nascer. O importante é que comece a respirar.

A gravidez
A dor. Existem muitas possibilidades quanto à medicação para as dores do parto. Alguns fármacos só aliviam as dores de parto, enquanto outros tentam pará-las por completo. Deve conhecer estas alternativas de que dispõe e falar delas com o seu médico antes do grande dia.

A voz dos especialistas. Fundamentalmente são dois os sinais que lhe indicam que o parto está próximo. Uma é a ruptura do saco amniótico (rebentar das águas). Outra é um fluxo mucoso sanguinolento, que não é senão o rolhão que esteve a obstruir o colo do útero.



E é isto.
Espero anunciar o nascimento da rapariga muiiiito brevemente!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

33 SEMANAS DEPOIS...

... confesso que estou pelos cabelos.

"Ai mas é um momento único e depois vais ter saudades e blablabla", dizem-me, por vezes, pessoas que ou nunca estiveram grávidas ou sofrem claramente de amnésia agravada.

Chamem-me insensível, mas fui mãe pela primeira vez há seis anos e NUNCA, mas nunca, tive saudades de estar grávida. O facto de me encontrar na condição de gestante novamente deve-se apenas e só ao desejo meu e do meu paciente marido em aumentar a família, e a toda a questão biológica que impede que seja ele a carregar a criança.

Desculpem-me portanto, pessoas lamechas, mas não vou ter saudades de todo. Tenciono, aliás, adquirir um tambor e um apito para celebrar o fim do meu estado gravídico.
Entrei em contagem decrescente desesperada. Sonho com o dia em que a minha filha nasça e eu consiga ser eu outra vez.


Há mais de um mês que não aperto os atacadores numa posição decente. Já não consigo visualizar a minha... bem. Tenho que passar em alguns sítios de lado. Há três pares de calças que já não me servem e as minhas t-shirts perderam toda a dignidade que alguma vez me conferiram. Os movimentos fofuchos da mini-me tranformaram-se em violência doméstica e sou ferozmente agredida por dentro a todas as horas. Só consigo respirar em três posições e só consigo dormir numa. Já não me lembro de acordar menos de três vezes por noite para ir ao wc. E tenho uma borbulha na cara.


Maneiras que saudades não obrigado. Quero é que chegue rápido o dia de ter a mini-me nos meus braços.
E de vestir aqueles três pares de calças.

sábado, 21 de novembro de 2009

Recém-nascidos choram com sotaque

"Com poucos dias de vida, os bebés choram de formas diferentes consoante a língua materna. Foi possível reconhecer, no âmbito de um estudo realizado na Alemanha, diferentes padrões de entoação que reflectem a língua falada pela mãe. Os investigadores, da Universidade de Wurzburg, concluiram assim que no último trimestre de gravidez, os bebés já estão a prestar atenção aos sons da linguagem.

Foram comparadas as formas de chorar de 60 recém-nascidos alemães e franceses, com três a cinco dias de vida, e não restaram dúvidas que os bebés alemães partilhavam um choro tipicamente germânico, enquanto os franceses tinham um choro com acento francês.

Não só se percebeu que os recém-nascidos conseguem produzir diferentes entoações e «melodias» de choro, como o fazem de acordo com os sons dominantes da linguagem falada sobretudo pela mãe - aquela que mais ouvem durante a gestação.

E se o pai falar outra língua? O estudo concluiu que, apesar de os bebés ouvirem a voz do pai (até a ouvem muito bem, visto os sons mais graves atravessarem melhor a barreira do abdomen da mãe), é à linguagem da mãe que vão «beber» a entoação.
É que tudo o que a mãe diz é por eles ouvido e o som da sua voz chega-lhes também por via interna, através das vibrações das cordas vocais. A voz da mãe é, de facto, o estímulo exterior mais importante durante a gestção, sublinham os investigadores.

Mais um estudo que vem comprovar a importância das memórias construídas in utero e como os bebés têm capacidade de aprendizagem ainda antes de nascerem."

Este estudo foi publicado no número de Novembro da revista Current Biology.



Lido aqui.